O que acontece quando chove tanto em uma cidade tão impermeabilizada quanto Sampa? Inundações, obviamente. Nem minha modesta residência que fica no 2º andar de um prédio na parte mais alta do bairro escapa. Bom, não de inundações, porque no fim das contas ainda não é o dilúvio, mas a violência das chuvas me arrancou parte das telhas e sou a feliz proprietária de infiltrações estragando minhas coisas. (ohh ressentimento)
Queixas pessoais a parte, a situação na cidade está cada vez mais caótica: desmoronamentos, trânsito (ok, PIOR do que o normal), inundações, centenas de pessoas desabrigadas. Aliás quem quiser fazer doação de roupas, calçados e material de higiene e limpeza pode deixar no Ceasa, no prédio da administração (prédio branco).

Foto por Julia Chequer/R7
Como diz o verso da música que uso como subtítulo do blog (vai lá ler, preguiçoso!), existem mais coisas no mundo do que livros, mas não muitas, por isso vou começar a ler Não verás país nenhum, , (1981) de Ignácio de Loyola Brandão, que fala sobre os impactos climáticos em uma São Paulo do futuro. Ficção científica? Não creio...

